Marketing separado da operação
Campanhas, conteúdo e tecnologia foram distribuídos entre agências e prestadores. Sem acesso ao dia a dia da loja, a execução podia seguir um caminho diferente do estoque, da margem e das prioridades comerciais.
O serviço reúne direção de marketing e operação para e-commerces. A partir dos dados do negócio, define prioridades e coordena o trabalho de IA, equipe interna e fornecedores, com execução direta quando necessário.
Com inteligência artificial, tarefas que antes exigiam uma grande equipe e muito investimento podem ser feitas com uma estrutura mais enxuta. A experiência define onde aplicar essa capacidade: atrair clientes, corrigir a oferta, melhorar a loja ou organizar a operação. Produzir mais, por si só, não resolve uma prioridade mal escolhida.
Campanhas, conteúdo e tecnologia foram distribuídos entre agências e prestadores. Sem acesso ao dia a dia da loja, a execução podia seguir um caminho diferente do estoque, da margem e das prioridades comerciais.
Cada fornecedor apresentava seus números. A empresa precisava conciliá-los com vendas, custos e atendimento, muitas vezes sem entender por que uma ação funcionava. Faltava uma leitura comum para decidir o que manter, corrigir ou interromper.
O serviço de Eduardo Deodato aproxima marketing e operação: reúne os dados disponíveis, define prioridades e coordena a execução. A IA apoia análises e automatiza tarefas sob supervisão. A empresa acompanha o que está sendo feito, por quê e qual resultado será avaliado.
Eduardo Deodato atua no mercado digital desde 2013, com experiência na gestão de e-commerce, em plataforma de tecnologia e na liderança de agências. Essa trajetória permite avaliar campanhas junto de produto, margem, conversão, atendimento e capacidade de execução.
Essa experiência é a base do serviço: orienta o diagnóstico, a escolha das prioridades e a revisão do trabalho. Dados, agentes e automações apoiam a análise e a execução. Assim, o conhecimento acumulado pode ser aplicado a mais operações sem depender apenas das horas disponíveis de um profissional.
Aplicação de agentes e automações em tarefas repetitivas de análise e execução, com critérios de qualidade e revisão humana.
Tarefas sob supervisãoDefinição de funções, apoio à contratação e capacitação de quem vai operar o e-commerce, inclusive quando o próprio empreendedor participa da execução.
Papéis e rotinas definidosSeleção e acompanhamento de agências ou profissionais para demandas específicas, com escopo, prioridades e indicadores alinhados ao negócio.
Fornecedores coordenadosAtuação direta nas frentes definidas no diagnóstico, quando a empresa não tem equipe disponível ou precisa de apoio para colocar o plano em prática.
Execução acompanhadaA passagem por operação, plataforma e agências formou uma visão dos dois lados da contratação: o que o e-commerce precisa e o que os prestadores conseguem entregar. É esse repertório que orienta a análise de cada projeto.
Atuação como Gerente de Marketing de E-commerce por 3 anos e 8 meses, estruturando o marketing e a loja virtual da empresa. Foi o primeiro cargo formal no digital.
Atuação como Analista de E-commerce na Wake, com foco em otimização, tecnologia e operação de lojas virtuais.
Fundação da Cobalto Marketing e atuação como CEO, liderando projetos de SEO, Google Ads, Meta Ads e análise de dados para e-commerces.
Entrada como sócio da Cava Digital, aproximando estratégia e performance da implantação tecnológica das operações de e-commerce.
A experiência de gestão, performance e implantação passa a sustentar um serviço de direção e execução apoiado por IA. O modelo combina equipe interna, fornecedores e automações conforme a necessidade do negócio.
Cada etapa precisa produzir uma decisão utilizável: o que corrigir, quem vai executar e como avaliar o efeito. O acompanhamento compara as ações com os resultados, em vez de se limitar à entrega de relatórios.
Análise de margem, produtos, canais, equipe e dados para localizar as limitações da operação.
Definição do que corrigir primeiro, considerando impacto esperado, custo e capacidade de execução.
Distribuição de responsabilidades entre equipe, IA e fornecedores, com as ferramentas e integrações necessárias.
Implantação das ações definidas, com responsáveis e acompanhamento do que foi entregue.
Revisão dos resultados para manter o que funcionou e ajustar as próximas decisões.
Estoque, vendas e comportamento de compra ajudam a orientar mídia, CRM e conteúdo. O trabalho é conectar as informações necessárias, definir rotinas de análise e acompanhar as ações. As integrações são escolhidas conforme os sistemas e os dados disponíveis na empresa.
A prioridade pode estar no custo de aquisição, na experiência de compra ou na gestão. O trabalho cruza esses fatores para evitar que um problema da operação seja tratado apenas com mais investimento em anúncios.
Revisão de canais, campanhas e demanda para relacionar o custo de aquisição às vendas e à margem.
Análise da loja, da oferta e do relacionamento para entender onde a compra se perde e como estimular a recompra.
Organização dos indicadores e das responsabilidades para acompanhar custos, margem e execução sem depender de relatórios isolados.
Leituras sobre problemas de aquisição, conversão, rentabilidade e automação que fazem parte da gestão de um e-commerce.
Como separar problemas de tráfego, conversão, ticket e recompra antes de escolher a próxima ação.
Ler artigo → Marketing e finançasO que considerar ao avaliar o investimento em mídia junto da margem e do caixa.
Ler artigo → Inteligência artificialNo atendimento e na operação, o que avaliar antes de transferir uma tarefa para a IA.
Ler artigo →Um serviço de direção de marketing e operação de e-commerce: diagnóstico, definição de prioridades, estrutura de trabalho, coordenação da execução e avaliação dos resultados. As frentes de atuação e as responsabilidades são definidas de acordo com o cenário da empresa, em vez de partir de um pacote fixo de tarefas.
A diferença está no escopo. A proposta reúne decisões de marketing, tecnologia e operação, em vez de começar por um conjunto de canais ou entregas. Agências podem continuar participando da execução, mas passam a trabalhar com prioridades e indicadores relacionados ao negócio, sob uma direção comum.
A execução pode ficar com a equipe da empresa, especialistas contratados, automações ou a estrutura de execução do serviço. O diagnóstico orienta essa composição. Eduardo Deodato atua na direção, na coordenação e na revisão das decisões; a execução direta faz parte do escopo quando for necessária.
Não necessariamente. O diagnóstico avalia o que o próprio empreendedor consegue conduzir, quais funções exigem profissionais e quais tarefas podem ser automatizadas. Quando a contratação faz sentido, o trabalho inclui definir os papéis e apoiar a seleção e a capacitação da equipe.
A estrutura existente é avaliada antes de recomendar mudanças. Equipe, plataformas e prestadores podem ser mantidos quando atendem à operação. A contratação de outra solução deve responder a uma necessidade identificada, e não ser uma condição para iniciar o trabalho.
Não. O ecossistema apresentado mostra as frentes que podem compor o trabalho, não um pacote de conexões pronto para qualquer empresa. As integrações dependem dos sistemas utilizados, dos acessos autorizados e da qualidade dos dados. A IA apoia análises e rotinas definidas, com supervisão sobre a execução.
O foco é e-commerce. É nesse contexto que a experiência de Eduardo Deodato reúne gestão, marketing, plataformas e implantação. O trabalho considera a relação entre aquisição, experiência de compra, retenção e operação, e não apenas o desempenho dos anúncios.
Apresente o cenário do e-commerce, os desafios atuais e a estrutura disponível. A conversa inicial serve para avaliar a necessidade de um diagnóstico e qual escopo de trabalho é adequado à empresa.